Pelo menos era assim que eu via a situação até alguns minutos atrás, quando parei para ler uma reportagem da Revista Semana (eu não compre! Foi a Abril que me deu! Eu juro), onde Henry Potter, do The Observer, ataca abertamente o Google como empresa e como instituição.
Na página número nove da revista, no título e subtítulo da matéria se lê: "O terrível monopólio do Google| O crescente império do site de buscas que não produz nada mas domina tudo"
Só estas palavras bastaram para ligar meu sentido de blogueiro aranha, pois era óbvio que a Abril resolveu atacar abertamente o Google. Abaixo, uma parte do texto que me chamou especialmente a atenção.
O Google é o mais proeminente WWM (world wide Monopólios, brincadeira do autor com a sigla WWW). O site de buscas representa uma ameaça á vida de indivíduos e ao futuro de instituições comerciais fundamentais para a comunidade
Ao longo do texto, o autor se deslancha em acusações de violações dos direitos autorais, fala mal do Youtube e reclama do monopólio do Google na internet, tudo isso de maneira que o leitor acredite que o Google é o verdadeiro anti-cristo (coitado do Bill, até isso vai perder para o Google).
Não sou totalmente a favor do Google porque sei bem que a empresa exerce um verdadeiro monopólio sobre a internet, pode se dizer que a empresa tem até o poder de manipular a opinião pública através de suas ferramentas; pode até se dizer que ela já está fazendo isso em países como a China, onde se aliou ao governo para poder operar no país em troca de abolir de seus resultados de pesquisas qualquer conteúdo contrário ao regime político comunista vigente no país.
Mas mesmo assim, acho muito injusto afirmar que o Google não produz nada; o Google não é uma empresa de manufatura e logo se pode dizer que não produz nada porque não fabrica nada, na verdade o Google é uma enorme prestadora de serviço. O Google fornece organização, fornece poder de comunicação e facilita o processo de encontrar as informações que se busca na internet.
Os ataques ferozes da velha mídia não passam de gritos de agonia daqueles que vêm que o barco vai afundar e não existem botes salva-vidas para todos. Na era da Web, o monopólio existia antes, quando a imprensa tradicional decidia o que deveria virar noticia ou não, hoje, até mesmo o mais pequenos dos blogueiros pode escrever artigos (atacando os grandes veículos de mídia, por exemplo), que o Google se encarregara de lhe direcionar meia dúzia de gatos pingados que possam achar seu conteúdo relevante.
E só a critério de observação, apesar de a revista atacar o novo modelo de comunicação do Google, não se envergonha em colocar um anúncio de página inteira na sua subcapa sobre o Twitter, que provavelmente será a mais nova aquisição do Google e que já provou mais de uma vez que pode dar uma banho nos veículos de mídia tradicionais
Não vou escrever sobre a Susan Boyle porque o hype já está muito mais do que ‘usado’ e você pode ler um texto muito bom sobre ela no
Na verdade, se eu desse bola para o que as pessoas acham feio em mim eu teria uma vida muito chata. Tem gente que acha feio eu ser bolsista enquanto outros tem que pagar a faculdade, outros acham feio eu dormir o domingo inteiro, mas não se dão conta de como é difícil manter uma dupla jornada de trabalho e estudo durante a semana; outro me diz que é feio eu ter uma péssima memoria como se eu pudesse ir na loja da esquina e fazer um upgrade cerebral.
